Num mundo cada vez mais globalizado, todas as organizações devem ter bem claro, para si e para seus empregados, o conceito de responsabilidade social. Devem ter consciência sobre os reais efeitos de sua atividade na sociedade e no meio ambiente, e de seus impactos nos planos local, regional e nacional.
Desde o início da década de 90, a Embrapa tem desenvolvido ações para melhorar sua interação com os segmentos da sociedade brasileira. Suas 40 Unidades Descentralizadas, distribuídas em todo o Brasil, criaram conselhos de gestão que auxiliam na discussão dos planos diretores e na determinação de prioridades de pesquisa. Estas iniciativas culminaram com o novo estatuto da Empresa onde o Conselho de Administração, instalado no final de 1997, tem a função de canalizar as visões da sociedade quanto ao seu papel institucional, auxiliando na definição de suas macropolíticas e a negociar os meios para implementá-la.
A Embrapa tem sido devotada a objetivos claros, definidos a partir de sua consciência de que a pesquisa agropecuária deve proporcionar ao País, além de divisas, as condições de gerar alimentos que atendam às necessidades de sua gente. De inserir, em definitivo, os produtores que atuam sob regime de agricultura familiar no processo produtivo. De promover o desenvolvimento socioeconômico rural comunitário. De gerar oportunidades de emprego, renda, educação e bem-estar para uma população, cuja dignidade social tem que ser prioridade absoluta
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Fotos: J. Ripper arquivo COEP
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